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Em qual estádio será a abertura da Copa 2014 eu ainda não sei, talvez o Morumbi, talvez o Mineirão…
O fato é que o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, pode estar preocupado com uma nova ameaça ao Morumbi. Muitas críticas tem sido feitas ao Morumbi, como já apresentado neste blog. Em meio a essas discussões, estamos próximos do ínicio das obras daquele que promete ser, por enquanto, o estádio mais moderno do estado de São Paulo, a Arena Multiuso Palestra Itália.
O presidente do Palmeiras, Luis Gonzaga Belluzo, afirma que a Arena estará pronta em 2012, e dentro dos moldes exigidos pela FIFA.
Outra forte evidência da concorrência palestrina ao Morumbi, dá-se em levar os clássicos contra o Corinthians para Presidente Prudente. Tradicionalmente, estas equipes sempre fizeram seus grandes jogos no Morumbi.
Até mesmo o Corinthians, com o presidente Andrés Sanchez, se recusa a jogar no Morumbi quando for o mandante da partida. Para a Copa Libertadores do ano que vem, a equipe do Parque São Jorge já afirmou e está vendendo ingressos para jogar no Pacaembú.
Para o jornalista Paulo Vinícius Coelho, no programa Bate Bola, da ESPN Brasil, o boicote ao Morumbi, pelo Corinthians e pelo Palmeiras, revela forte evidência de que os presidentes destas equipes desejam mudar o conceito de que o estádio do São Paulo é o palco oficial dos grandes jogos do futebol paulista.
Alan Lima
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Em reunião realizada no último dia 27, no Palácio do Planalto, o Governo oficializou que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) financiará as obras de construção e reforma dos estádios que serão utilizados na Copa do Mundo de 2014.
Os estádios que receberão as partidas do mundial terão financiamento diferenciado. Entre as facilidades asseguradas pelo BNDES, estarão maiores prazos e menores taxas de juros.
O financiamento será de até 400 milhões de reais por estádio, limitados a 75% do valor total do projeto, com carência de três anos, e até doze anos de prazo de amortização. Os demais 25% deverão ser captados pelos governos locais ou setor privado sem o auxílio do BNDES.
A linha de crédito total aprovada pelo presidente Lula, é de 4,8 bilhões de reais, com isso, as obras poderão custar até 6 bilhões de reais no total.
O mais engraçado é que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, afirmava categoricamente em 2007, quando o Brasil ainda era, apenas, candidato para sediar o mundial, que nenhum dinheiro público seria utilizado na construção de estádios. Além de a proposta inicialmente estudada prever que as três arenas privadas (Morumbi, Beira – Rio e Arena da Baixada) seriam submetidas a um modelo de financiamento com condições mais rígidas do que as aplicadas às arenas públicas. Por fim, o governo federal e o banco decidiram igualar as condições.
Alan Lima




